7 questões que você deve responder para evitar fraudes cibernéticas corporativas

Relatório da Kroll indica que 86% dos executivos entrevistados já enfrentaram alguma ocorrência, sendo a infecção por códigos maliciosos a mais frequente

Fraudes cibernéticas continuam a atingir em larga escala empresas de todo o mundo. É o que revela o Relatório Global de Fraude & Risco 2017/2018 da Kroll, empresa mundial de gestão de riscos e investigações corporativas, baseado nas informações fornecidas por 540 executivos de todos os continentes.

Cenário Brasileiro

No Brasil, 89% dos executivos afirmaram já ter sofrido uma fraude cibernética em suas companhias, mas, diferente da tendência global, o índice não permaneceu estável: em 2016, era de apenas 76%. Quase metade dos casos foram contaminações por códigos maliciosos (45%) e outros 37%, phishing por e-mail, o que leva os 63% dos respondentes a continuarem preocupados com a vulnerabilidade do sistema a novos ataques.

Os alvos das ameaças se concentraram em informações dos clientes (47%) e segredos industriais ou de pesquisas (44%), sendo que os agentes foram em sua maioria ex-funcionários (32%) e concorrentes (21%). 80% dos entrevistados acredita que as fraudes impactaram negativamente a privacidade, segurança e satisfação dos consumidores (80%), além do moral dos funcionários (76%).

O que fazer para evitar ataques?

De acordo com a experiência de seus especialistas, em seu Relatório Global de Fraude & Risco 2017/2018, a Kroll propõe às corporações refletirem sobre sete pontos fundamentais para ter um correto diagnóstico de sua segurança cibernética e adotar as melhores soluções:

1) Os funcionários compreendem as atuais políticas e procedimentos?

Os documentos só serão efetivos se forem claros e objetivos.

2) Os gestores estão obtendo as respostas que precisam? E estão fazendo as perguntas certas?

O líder da área deve saber tudo sobre a estratégia de segurança e ser capaz de esclarecê-la ao board sempre que preciso.

3) A empresa envolve todos os gestores na elaboração das políticas de segurança?

Além da TI, os inputs de todas as áreas são necessários para chegar a medidas que de fato atendam à rotina da empresa.

4) Os planos de resposta a incidentes já foram testados?

Por mais claros que sejam, somente na simulação de uma situação real será possível verificar sua efetividade.

5) Como a empresa tem avaliado a efetividade do investimento realizado em segurança cibernética?

Especialistas como a Kroll podem revisar planos, organização e verbas, dentro de um contexto global de ameaças e novos recursos.

6) Os líderes estão dando o exemplo?

Se os executivos e o board adotarem as medidas de segurança, todos os seguirão.

7) A empresa já pensou em ter um especialista em segurança cibernética em seu board?

Os prejuízos e consequências dos ataques têm levados muitas empresas a abordar este tipo de ameaça da mesma forma que os demais riscos críticos organizacionais, a fim de garantir maior proteção a seus ativos de dados.

 

Fonte:

https://www.itforum365.com.br/seguranca/7-questoes-que-voce-deve-responder-para-evitar-fraudes-ciberneticas-corporativas/

 

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